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Army of Two: The 40th Day

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Shanghai, China, está a sofrer por uma série de catástrofes misteriosas e que, aos poucos, a levam à ruína. Para combater esta catástrofe a Electronic Arts traz-lhe de volta uma das suas melhores equipas de combate: Army of Two.

Os dois parceiros, Elliot Salem e Tyson Rios, estão de volta para, mais uma vez, oferecerem ao jogador grandes momentos de acção e... frustração.

Army of Two: The 40th Day, a sequela de Army of Two, é um jogo cheio de acção. Mas, para aproveitar o divertimento deste jogo ao máximo, terá que arranjar alguém para jogar... Army of Two. Do meu ponto de vista pelo menos e, acredito que também seja o de muita gente, torna-se muito frustrante quando é jogado sozinho. Mesmo com outra pessoa também se torna frustrante, mas pelo menos aguenta-se mais tempo.

Porque é que digo isto? Bem... Passo a explicar... Quando se joga sozinho, tem que se criar as tácticas e o problema é que é necessário, para cada batalha, criar uma táctica e, de preferência, rapidamente... pois, caso não o faça, morre depressa e tem de repetir a mesma coisa vezes sem conta. A não ser que jogue com códigos mas, isso já é outro caso.

Army of Two está feito para jogar a dois, sem qualquer dúvida... Por isso várias opções de multijogador que existem no jogo, como: Split-Screen (dois jogadores jogam no mesmo ecrã, e este encontra-se dividido ao meio), System Link (acho que é esse o nome, mesmo que não seja, é para dois jogadores jogarem na mesma casa em televisões diferentes – aí já precisa de duas consolas e dois jogos, claro) e, se estou certo, também dá para jogar com uma pessoa de qualquer parte do mundo no modo Online. Para além disso, ainda temos o modo Versus e Extraction, que eu não tive a oportunidade de experimentar quando joguei com o meu irmão, nem paciência para ver sozinho. (Acho que também não funciona sozinho, por isso...)

O grande problema do jogo é que... é tudo a matar, cada esquina que se vira... “Lá vem mais um grupo de inimigos... vamos lá matá-los.” Não sei se a história é boa ou não... Nunca cheguei até ao fim nem o planeio fazer, perdi a paciência quando cheguei a uma parte do jogo onde há três bosses ao mesmo tempo que nos matam com dois tiros, e eu não tenho balas nenhumas... É uma coisa linda. Tão linda que fez com que me fartasse do jogo. Nem foi só por isso... é mesmo por ter pensado “Já passei aqui 3-4 horas e o que fiz foi... matar? E ainda não cheguei a nenhuma pista do que se passa na história...”

Basicamente, como foi dito na introdução do texto, Shanghai está a ser atacada e os dois parceiros que formam a equipa “Army of Two” vão proteger a cidade destes ataques terroristas e tentar descobrir o que se passa. Mas em 3-4 horas de jogo não se chega a lado nenhum... Será que o jogo é grande? Ou será que a história é uma porcaria? Eu apostava mais na segunda hipótese. – Sinceramente, até percebo que queiram fazer um jogo em equipa... Só que façam alguma coisa de jeito, por favor... Sinceramente, não é o facto de eu poder jogar o jogo do “Pedra, papel ou tesoura” com o meu parceiro que me vai fazer gostar mais do jogo... ou mesmo o facto de que um chama a atenção dos inimigos enquanto o outro os mata... – E sim, o jogo “Pedra, papel ou tesoura” encontra-se no jogo.

Uma das melhores partes do jogo, é a costumização de armas... Nunca vi um jogo com tanta costumização. Usar o suporte de uma M14 (é uma metralhadora) numa MP5 (outra metralhadora) é uma das inúmeras hipóteses que tem na costumização de armas... Ter uma arma feita de ouro? E não vou dizer mais nada, é algo que vou deixar que descubra caso queira. - Eu diria que, só por isto, e pelas horas que pode passar uma tarde a jogar com um amigo só mesmo para se divertirem um bocado (nem que seja a destruir a consola), vale a pena comprar o jogo.

A outra melhor parte... é o som. Tenho que dar os parabéns à Electronic Arts pelo som que tem utilizado nos seus últimos jogos ultimamente (um deles é um jogo muito esperado – Battlefield Bad Company 2 – encontro-me a jogar a Beta da PS3). Sinceramente, nunca vi jogos com um som tão bom como estes... É uma das coisas que dá vida aos jogos e que, muitas vezes, nos insere dentro do ambiente do jogo... e a Electronic Arts conseguiu isto muito bem, principalmente no BFBC2.

Concluo a minha crítica dizendo que, Army of Two, apesar da pouca variedade que tem, é um jogo que vale a pena ter em casa só mesmo para se divertir quando um amigo for aí a casa ou algo do género. Mas, se é um daqueles jogadores que joga muito sozinho... então não aconselho, mesmo nada.

 

 

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