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PSP recebe guerreiros da treta

Elliot Salem e Tyson Rios combatem um exército que atacou Shanghai. A versão da PSP de Army of Two afinal não é como aqui em casa esperávamos. Um jogo que lembra o antigo Grand Theft Auto mas que deixa algumas dúvidas.

Army of Two: 40th day vem acrescentar nada à lista de jogos existentes para a consola portátil da Sony. O jogo é simples e nada de especial. Chega mesmo a conter secções dos níveis por onde o jogador viaja, todas iguais. Além de ser ridículo, parece mesmo que foi criado rapidamente para a equipa ganhar mais uns trocos com o jogo.

Parece que voltámos aos jogos do velho tempo. Quatro botões para disparar, um manípulo para mover o jogador, mais quatro botões usados para dar ordens ao companheiro de equipa e mudar de armas. Contam-se mais dois botões para agachar a personagem e activar portas. Tanto botão para um jogo triste onde o jogador apenas dispara, e dispara e.... dispara.

A perspectiva de jogo é um pouco diferente do primeiro Grand Theft Auto, mas lembra com certeza a quantidade de horas que passámos a jogá-lo. Bem melhor passadas, até porque naquela altura... Posso garantir que eram horas mais interessantes que em Army of Two. Em Army of Two apenas existe uma missão, liquidar tudo o que se move.

Os mapas são muito limitados. Corredores sem fim e excertos de filmes que contam a história surgem desgarrados de tudo o resto. Pouco se percebe, e quem não tenha jogado a versão de PlayStation 3 não sabe ao certo o que se passa.

Não há muito a dizer. O jogo é fraco.

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