videojogos

Artigos

 

Quanto custa fazer um jogo?

A produção de jogos para as plataformas tradicionais está cada vez mais ...

 

Troque a ZON por um DNS mais rápido

A ZON assumiu que o ZONHub em uso tem problemas e que não sabe, de momento...

 

Second Life é melhor do que hi5 e Facebook

O que é o Second Life? Será só um mundo virtual que, segundo muita gente...

A lata de feijão de Lucky Luke

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

A lata de feijão de Lucky Luke entrou no Museu dos Videojogos nos anos 90, durante o lançamento de mais um dos jogos da série em torno do mais rápido cowboy do Oeste. A Infogrames produzia em massas títulos em torno das figuras da Banda Desenhada Franco-Belga.

Após uma experiência na área do CD-I, a máquina multimédia da Philips, a Infogrames voltou-se decididamente para o PC e as consolas, transferindo assim as suas licenças de Tintin, Astérix e Lucky Luke, entre outros para as mais prometedoras plataformas. Criada por Bruno Bonnel em 1983, a Infogrames tornou-se na mais importante companhia francesa. A ambição de Bruno Bonnel, verificada em diferentes contactos pessoais do autor com o fundador da empresa francesa, levou-o a adquirir ao longo de anos editoras como a Ocean, a Gremlin e equipas de criação como a Legend ou a Shiny. O "tubarão" acabou por ser devorado pela Atari, que ele próprio ressuscitara, e o nome Infogrames perdeu o brilho. BOnnel deixou a Infogrames, Atari em 2007, após 24 anos ao leme. Não parece ter deixado saudades.

A Atari, recuperada por Bonnel com o fito de usar o nome histórico continua activa, mas a Namco Bandai adquiriu a operação europeia, conslidando uma ligação de distribuição de longa data. Os títulos em torno de Luky Luke continuam a surgir, mas as latas de feijão de promoção dos jogos devem ter acabado. O prazo de validade desta amostra terminou em 2004. Acompanhava-a um pequeno frasco de tabasco, apreciado pelo cowboy mais rápido do que a sua sombra, diz quem sabe.

Saber mais sobre Lucky Luke

 

 

Procura-se mecenas

Os autores deste blog continuam em busca da edilidade ou organização capaz de acreditar na criação de um Museu Nacional de Videojogos. Depois de contactos com Câmaras Municipais que de promessas vãs a completo silêncio provaram a sua curta visão, tenta-se de novo encontrar um arquivo-museu espaço vivo que possa receber aquele que é um espólio único em termos da história dos videojogos. Ou será que só existe dinheiro para campos de futebol e outras tretas? Se quer saber mais leia o resto aqui

Saber & Lazer

Jogar reduz a gordura

article thumbnailA participação em videojogos que exigem elevada interactividade deve fazer parte da rotina diária de uma criança saudável, diz recente estudo britânico que a associação de editores do sector...
Leia mais